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Inerte diante da revelação que havia pairado sobre seus olhos: estava destinado a correr atrás da escolha mais difícil, não havia percebido antes, mas era o que fazia desde que se entendia por gente, o caminho com mais pedras, a decisão mais improvável, o traço mais completo, a simplicidade mais sutil. O que importava não era o tesouro perdido, mas as armadilhas que encontrava no caminho. Essas são o verdadeiro tesouro, o prazer está nas cicatrizes que ficarão com ele por toda a eternidade. “Porra”.

O que fazer quando o natural é não dar ouvidos a sua natureza?

Qual a decisão mais natural a se fazer?

Arthur Marques

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